Flagrante
O que fazer quando uma pessoa é presa em flagrante?
Entenda quais são os primeiros passos, quais informações reunir e por que a orientação jurídica pode ser importante nesse momento.
Advocacia criminal
Veja em quais situações a atuação criminal pode ser necessária, desde investigações até processos e execução penal.
Muita gente associa a advocacia criminal apenas ao julgamento. Na prática, a atuação começa bem antes e pode se estender bastante depois da sentença. Este texto reúne as situações mais comuns em que a orientação criminal costuma ser buscada.
O inquérito policial é a fase de apuração dos fatos, anterior ao processo. Nele são colhidos depoimentos, requisitadas perícias e reunidos documentos.
Ser investigado não significa ser acusado, e nem todo inquérito resulta em ação penal. Ainda assim, é uma fase em que se produzem elementos que podem ser usados depois, o que torna relevante o acompanhamento desde o início.
A intimação para comparecer a uma delegacia ou a um juízo pode ter finalidades diversas: prestar depoimento como testemunha, ser ouvido como investigado, participar de reconhecimento ou apresentar documentos.
Saber em qual condição a pessoa está sendo chamada muda bastante o cenário, porque os direitos são diferentes em cada situação. A leitura do documento e a orientação prévia ajudam a esclarecer esse ponto.
Prisão em flagrante, cumprimento de mandado ou condução à delegacia são situações que envolvem prazos curtos e atos que se sucedem rapidamente, como a lavratura do auto e a audiência de custódia.
É comum que o primeiro contato seja feito por familiares, e não pela própria pessoa presa.
Recebida a denúncia, tem início a ação penal, com prazos para resposta à acusação, produção de provas, audiência de instrução e alegações finais. Cada etapa tem momento próprio, e a perda de um prazo pode limitar o que se pode discutir depois.
Crimes dolosos contra a vida são julgados pelo Tribunal do Júri, conforme o artigo 5º, inciso XXXVIII, da Constituição Federal. Esses processos têm rito próprio, dividido em fases, e culminam no julgamento em plenário perante os jurados.
A atuação não termina com a condenação. A execução penal é regida pela Lei nº 7.210/1984 e envolve pedidos e incidentes ao longo de todo o cumprimento, como progressão de regime e demais benefícios previstos em lei.
Familiares frequentemente buscam orientação para entender a situação de alguém preso, investigado ou processado. Esse contato é comum e permite compreender em que fase o procedimento está e quais informações precisam ser reunidas.
A orientação criminal pode ser útil em qualquer fase, da investigação à execução da pena. O ponto comum entre todas elas é que os prazos são definidos em lei e nem sempre são longos.
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Entenda quais são os primeiros passos, quais informações reunir e por que a orientação jurídica pode ser importante nesse momento.
Audiência de custódia
Saiba o que acontece nessa etapa, qual sua finalidade e por que ela ocorre após a prisão.
Execução penal
Entenda alguns temas comuns da execução penal, como progressão de regime, benefícios e acompanhamento do cumprimento da pena.